SEJAM BEM-VINDOS!

Caríssimos(as) Irmãos(as), saudamos a todos vocês com a Paz e o Bem contidas no Cristo Jesus e em São Francisco de Assis.



segunda-feira, julho 08, 2013

Carta Circular “TU ÉS A NOSSA FÉ”

Verde. 2ª-feira da 14ª Semana Tempo Comum
Leituras
1ª Leitura - Gn 28,10-22a
Salmo - Sl 90,1-2. 3-4. 14-15ab (R. Cf. 2b)
Evangelho - Mt 9,18-26


Reflexão - Mt 9, 18-26

O Evangelho de hoje nos mostra que não existe problema que não tenha solução verdadeira quando nos aproximamos de Jesus. Tanto o chefe que se aproxima de Jesus reconhecendo a morte da sua filha, mas acreditando que a imposição das mãos de Jesus lhe devolverá a vida quanto a mulher que, depois de 12 anos de enfermidade, reconhece que basta tocar a barra do manto de Jesus que ficará curada foram atendidos. A palavra que Jesus disse à mulher vale para todos nós: devemos ter coragem, pois a nossa fé nos salva. Devemos acreditar em Deus e enfrentar, com confiança nele, todos os nossos problemas, pois ele está ao lado de quem crê.
www.cnbb.org.br
Carta Circular “TU ÉS A NOSSA FÉ”

O Ministro Geral, frei Mauro Jöhri, enviou aos 13.06.2013 a toda a Ordem Capuchinha a nova carta circular “Tu és a nossa Fé”, para lembrar o final do Ano da Fé, proclamado pelo papa emérito Bento XVI aos 11 de outubro de 2012, dia dos 50 anos da inauguração do Concílio Vaticano II (11.10.1962—08.12.1965) por João XXIII.

O Ministro Geral analisa estes pontos:

1. Eis-me aqui: Faça-se em mim conforme a tua palavra;

2. Tempo da fadiga;

3. Tu és a nossa fé;

4. A missão precede a compreensão;

5. Uma proposta para continuar o caminho.

Na proposta, o Ministro Geral diz textualmente: “Na carta programática do novo sexênio indiquei a urgência para nossas fraternidades assim como para todas as Circunscrições da Ordem, seja no campo da formação inicial ou permanente, de continuar a renovar a nossa
relação pessoal e comunitária com a Palavra de Deus.

Como disse Francisco no seu Testamento, o Evangelho tornou-se para ele falante depois que o Senhor lhe tinha dado os frades. Por que nós devemos privar-nos desta graça? Viver o Evangelho em fraternidade implica a conversão e a ajuda recíproca no nosso caminho de fé.

Nas nossas fraternidades falamos de diversos assuntos e partilhamos situações e eventos vários: por que silenciamos sobre o essencial? Talvez permaneçamos ancorados num passado no qual a fé era vivida como relação estritamente pessoal com Deus e os irmãos não tinham direito de entrar neste relacionamento? Ou então nos é difícil encontrar as palavras que exprimam os frutos que a Palavra de Deus produz em nós? Não nos envolvemos no confronto e cedemos o passo ao amor próprio pelo medo de ser julgados? Creio que algumas resistências sejam também a consequência e um clima social que relega a fé à esfera privada da existência e como tal deve ser praticada individualmente sem nenhuma pretensão de poder dar uma contribuição à política, à economia e a outros âmbitos da sociedade civil. No que diz respeito diretamente à vida religiosa não esqueçamos que o individualismo enfraquece a qualidade das relações fraternas e pode deixar consequências negativas também para a nossa fé”.

Na conclusão, o Ministro Geral renova o pedido:

“Proponho-vos um Capítulo Local onde os frades, iluminados e provocados pela Palavra de Deus, pela Regra e por nossas Constituições, possam partilhar a própria relação de fé com o Senhor, o que essa gerou e se algum irmão estivesse em fadiga, que possa pedir oração e ajuda.
Peço aos Ministros e aos superiores locais que me ajudem a tornar concreto este meu desejo”.

www.capuchinhosprsc.org.br

Pia União de Santo Antônio

Pia União de Santo Antônio